“Errar é humano”, mas acertar também é

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Errei, e agora?

Escolha um caminho: culpar-se ou assumir a responsabilidade!

 

Diz o ditado popular que “errar é humano”. Mas devemos atualizar o conceito para “acertar é humano”, pois pensar antes de escolher é uma condição humana natural e o erro não deve ser usado como escudo. Podemos considerar que o erro é algo decorrente da atuação do ser humano, minimizado pelo planejamento criterioso da ação a ser realizada, prevendo a definição clara de pessoas, recursos e tempo necessário. “Se você nunca falhou, você nunca tentou algo novo” disse Albert Einstein

Escolher o que pensar, sentir, fazer e falar é uma atribuição pessoal, e mesmo quando delegadas quem delegou continua corresponsável pelos resultados e consequências decorrentes.

Quando alguém comete um erro pode continuar usando o direito de escolha: culpar-se ou assumir a responsabilidade. Porém precisa entender que a culpa estará permanentemente atormentando a consciência de quem cometeu o erro. Ela poderá ser a luz indicando uma saída para possíveis reparações das consequências as partes envolvidas ou uma venda para a consciência de quem praticou o erro, levando-o para o passado, antes da ocorrência, aonde viverá o drama do aniquilamento mental pelo erro cometido.

Preso ao passado pela culpa a pessoa busca como forma de sobrevivência emocional, encontrar alguém para assumir a culpa ou pelo menos dividi-la. A saída comumente escolhida são as lamentações do tipo ‘porque não pensei melhor antes de entrar naquele emprego, naquela sociedade, adquirir aquela casa, aquele carro, as roupas, a joia, a terra, o software ou ter se relacionado com tal pessoa’. Quanto mais se envolve na culpa, mais se distancia de uma saída para esclarecimento e eliminação das causas da ocorrência e proposição de possíveis soluções para as consequências geradas a si e as demais pessoas e fatos envolvidos.

Focar somente na culpa entorpece a pessoa fechando as portas para a possibilidade de soluções e abre caminho para os conflitos relacionais, que sempre andam acompanhados de doenças e crises das mais variadas possíveis, envolvendo vida pessoal, familiar, carreira e negócio.

Toda empresa ou instituição é composta essencialmente de pessoas alinhadas objetivamente para satisfazer as necessidades de outras pessoas e consequentemente satisfazer suas próprias necessidades. Portanto, a empresa é suscetível aos efeitos das relações das pessoas envolvidas interna e externamente, direta e indiretamente com ela – sócios, colaboradores, clientes, fornecedores e demais partes envolvidas. Todos são responsáveis pelos resultados e fracassos, e quando conscientes disso a existência de resultados satisfatórios prevalece.

A maturidade emocional faculta à pessoa que cometeu um erro o direito de culpar-se por causar danos a outra pessoa. Mas sobretudo, proporciona-lhe a condição verdadeiramente humana, que é assumir para si a responsabilidade pela escolha, atitudes e consequências delas decorrentes. Pois agindo assim, a pessoa é sempre guiada para um caminho alternativo, que além de possibilitar encontrar e eliminar as causas, orienta a definição das providencias para sanar ou minimizar as consequências e danos oriundos da sua ação.

Partindo do princípio que a verdadeira educação é a inserção da pessoa numa condição humana, prevalecendo a consciência do respeito mútuo. Culpar-se e/ou outra pessoa, sem puxar para si a responsabilidade dos próprios atos, é se colocar a margem da noção civilizatória contemporânea.

Em resumo: a CULPA arremete a pessoa ao passado e fecha os caminhos para possíveis soluções, abrindo saídas para os conflitos e patologias. ASSUMIR A RESPONSABILIDADE prende a pessoa no presente, abrindo caminhos para possíveis soluções.

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Lauro Milhomem Coutinho

Professor/Psicanalista/Coach/Consultor

 

 

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